Há
sempre um sopro nas madrugadas...
Sente-se
o suave deslizar…
é onde os sonhos interrompidos tomam forma
em pequenos bocejos
no aconchego das estrelas. aos nossos desejos
O
belo! Adornos cristalinos nas tuas mãos que me afagam a alma.
É
um mundo que irrompe madrugadas
Nas
noites em que a solidão toma conta de mim
mas não da esperança… embebida nas lembranças.
forço as recordações a romper…
a chuva que ouço cair.
não é mais do que pétalas de estrelas a florir
dentro de mim
Há
um mundo a transbordar dentro de outro ainda maior.
Do
meu peito soltam-se primaveras que se abrem a ti
e dum sorriso voltará a nascer o desejo
de poder partilhar todos os instantes que soltaste
dentro de mim
neste caminho. que o destino traçou
escreveremos a duas mãos. o mundo
com
as mãos traço o destino que me rouba um sonho trancado
Em
nuvens de algodão,
E
elas tocam o meu corpo já tão cansado…
este dueto nasceu nas palavras
do luso poemas. destas. e apenas destas. criámos o carinho necessário para
encontrar no escrever os laços de amizade que todos os dias vamos construindo.
eu gosto de chamar-lhes afetos a lápis
se viajássemos ao passado.
tínhamos que esperar pelo correio para ter as boas novas das palavras. mas hoje.
postamos por aqui. e mesmo quando estamos “tu cá. tu lá”. na hora descobrimos
as palavras que dão sentido ao nosso escrever. e do virtual. para nós. felizmente.
já passou ao real.
até já. dolores. dia 17 lá estarei ao teu lado. para fazer do nosso livro o eco eterno das nossas palavras
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