.................................................................................não tirem o vento às gaivotas

12/09/2014

ressacado


fábio magalhães


quase louco

estou muitas vezes assim – o presente amarrado a um dente do siso que sempre senti a abanar – agora. com raiva. enrolei-lhe uma guita em volta. a outra extremidade atada a uma porta que separa o presente do futuro – um dia. lançarei a porta contra o destino 

ou

fechá-la-ei para sempre 



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