ran ortner
e assim continuo eu. com o que resta de nós: um tratado
sobre a desilusão – chego às 6 da
manhã. escondendo o sono atrás de cada
palavra escrita – ousadamente escrevo noite após noite este tratado que vale
mais do que um abraço que se perdeu para sempre – afinal. tudo o que é
desilusão não passa de um pedaço de terra desabitado. uma porta fechada que guarda
apenas um quarto vazio – nenhum corpo merece uma dor que é perda. independentemente
dos defeitos cometidos ou desfeitos
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