.................................................................................não tirem o vento às gaivotas
24/05/2011
agora sei que sei
já outras mãos tomaram conta de mim. mas as tuas. com tantos anos. com tantas rugas. com tanto tempo. são as únicas que reconheço quando as sinto no que resta de mim – sei que são minhas mãe – agora sei que sei – agora
obrigado daniela - sabes. dois dias antes tive a mão da minha mãe apertada dentro de mim - escrevi o que senti - não há arte na escrita assim sentida. é apenas cópia. plágio do sentimento. como na escola antigamente. decalquei o que sentia com papel vegetal
luz, há momentos em que a felecidade é tão grande que deixo de existir - o que resta de mim é então tão pouco que é até difícil respirar - ter a mão da minha mãe dentro de mim foi descobrir um novo nascer. um novo choro - afinal não tinha crescido tanto como imaginava. ainda sou uma criança ao eu pé - beijo
Ler este teu poema, amigo poeta, trouxe-me grande comoção! Lindo demais! Parabéns pela arte que dominas tão bem.
ResponderEliminarabraços e uma linda noite para ti!
Gosto de sentir as suas palavras "no que resta de mim".
ResponderEliminarObrigada pelo que reparte do seu tempo.
Bom fim de semana.
Luz
obrigado daniela - sabes. dois dias antes tive a mão da minha mãe apertada dentro de mim - escrevi o que senti - não há arte na escrita assim sentida. é apenas cópia. plágio do sentimento. como na escola antigamente. decalquei o que sentia com papel vegetal
ResponderEliminarluz, há momentos em que a felecidade é tão grande que deixo de existir - o que resta de mim é então tão pouco que é até difícil respirar - ter a mão da minha mãe dentro de mim foi descobrir um novo nascer. um novo choro - afinal não tinha crescido tanto como imaginava. ainda sou uma criança ao eu pé - beijo
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