.................................................................................não tirem o vento às gaivotas

14/09/2018

deambulações noturnas XXXII

    
eliane brum
   
 

senti-me inspirado e pensei: tenho de escrever qualquer coisa – como correu bem resolvi não parar: qualquer coisa. qualquer coisa. qualquer coisa. qualquer coisa. qualquer coisa. qualquer coisa. qualquer coisa. qualquer coisa. qualquer coisa. qualquer coisa. qualquer coisa. qualquer coisa. qualquer coisa. qualquer coisa. qualquer coisa. qualquer coisa… e quando dei por mim já era tudo e já era nada – qualquer coisa

 


Sem comentários:

Enviar um comentário