quero
um cadáver
para
um poema
por
nascer
dobrado
na
ponta
sem
nome
palavra
ou dor
que
o anuncie
tombado
respira
parado
e
em esforço
o
silencio
que
o peito sente
bem
fundo
a
noite
sempre
acontece
ao
entardecer
sobrevivo
frágil
entre
a espada
e
o papel
onde
o sangue
se
mistura com o negro
Sobrevive entre as palavras, entre o papél e as mãos entre os dedos e o coração...
ResponderEliminarbelo demais.
beijo grande e ótima semana a ti e aos seus.
Olá Márcia!
ResponderEliminarUm beijo grande também para ti.
Obrigado pelo carinho das palavras.
Boa semana