acordei a saber que afinal existo – aquele que. com
ar frágil. debruçado na solidão. arrasado no silêncio. cego na lamparina. é
apenas uma cópia de mim – o meu corpo tem futuro – o futuro são palavras que me
chegam do passado – todo o futuro é passado – também eu sou passado – de ti meu
novo amigo. que vieste do futuro de tudo o que ainda quero escrever. deixo-te
um abraço – vamos. com toda a certeza. um dia ser ambos felizes. sei que somos
dois. mas as dores são apenas de um
.................................................................................não tirem o vento às gaivotas
02/04/2011
quando o futuro é passado
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As dores são apenas de um... gosto tanto de ler o que vc escreve.
ResponderEliminarbeijos poeta.
obrigado amiga - ainda há domingos agradáveis - que bom saber que passou por aqui
ResponderEliminarbeijo grato