ao lado. um almofariz – dentro. restos de ideias.
alimento frugal para a arte um pobre escritor. que insiste em escrever o que
apenas os seus olhos sabem ler – sento-me sobre os escombros do dia. enquanto
os olhos repousam com o que trazem para dentro do corpo – estou exposto. entregue
por inteiro a quem um dia quiser dissecar o meu interior – já não tenho forças
para me fechar ao mundo – a esperança. moribunda. fita-me. e eu aqui de mãos
vazias
.................................................................................não tirem o vento às gaivotas
05/07/2010
desabafo
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